Cientistas japoneses e americanos desenvolveram uma técnica capaz de criar células-tronco sem usar embriões e depois descartá-los. Se a descoberta for bem sucedida em seres humanos, uma questão ética, que dificultava as pesquisas, será solucionada.
A nova técnica funcionou em ratos de laboratório. Se der certo em seres humanos é uma esperança de cura para doenças como diabetes e mal de parkinson.
Nas técnicas que vinham sendo pesquisadas até agora, o núcleo de uma célula adulta era inserido em um óvulo não-fertilizado. O resultado era um embrião que produzia as células-tronco, que depois era descartado.
Na nova técnica, quatro genes foram introduzidos em células da pele de ratos. Elas se reprogramaram e se transformaram em células-tronco, que podem formar qualquer tecido do corpo humano.
1. Não são "grupos religiosos" apenas os que fazem forte oposição ao uso de células-tronco embrionárias. O assunto não é de religião, mas de senso comum. Há, de fato, muitas pessoas sem religião contrárias a esse tipo de procedimento.
2. Quando se escolhe dizer que a questão ética "dificultava as pesquisas", está-se adotando já um posicionamento a respeito do uso de células-tronco embrionárias, pois se está dando ênfase ao aspecto negativo (dificultar a pesquisa), quando se poderia também escolher o aspecto positivo (defender a vida de todos).
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